Estados Unidos Nova York
Manhattan é um coquetel efervescente de arte,
arquitetura, cultura, pessoas, histórias e novidades – o recheio da
mais cara propriedade que o Homem conhece. Turistas e residentes ficam
igualmente pasmos, como se admirassem uma maravilha natural, como o
Grand Canyon. Porém, não há nada de natural nisso. Mesmo o Central
Park foi criado por gênios do paisagismo, há mais de 150 anos.
As pessoas vêm a Nova York por milhões de motivos:
para serem famosas ou apenas um rosto na multidão, negar suas raízes,
encher a cara, ficar na moda, torrar dinheiro ou perseguir sonhos. O
notável é que sempre há novas surpresas e sonhos e mais dinheiro.
Até hoje, mesmo depois dos ataques de 11 de setembro
– um dos dias mais sangrentos da memória de NY –, a força
magnética da cidade continua atraindo milhões de admiradores. Como
nenhum outro lugar nos Estados Unidos, Manhattan é um coquetel
efervescente de arte, arquitetura, cultura, pessoas, histórias e
novidades – o recheio da mais cara propriedade que o homem conhece.
Tanto turistas como moradores ficam pasmos, como se admirassem uma
maravilha natural, como o Grand Canyon ou as cataratas do Niagara. No
entanto, não há nada de natural aqui. Mesmo o Central Park, maior
espaço verde de NY, foi cuidadosamente criado por gênios do
paisagismo, há mais de 150 anos.
Como pode este pedacinho de terra de 21 quilômetros
de extensão por quase 5 quilômetros de largura merecer tantos
superlativos? Nova York é o lar dos edifícios mais altos do mundo, das
pontes mais longas, do porto mais movimentado, dos taxistas mais
antipáticos, dos hiper super-heróis – sem falar no departamentos de
polícia e de bombeiros mais queridos e distintos do país. Como maior e
mais complexo formigueiro do mundo, NY é um caleidoscópio maluco da
vida em movimento: 24 horas por dia, sete dias por semana e 52
excitantes, exaustivas, recompensantes e infindáveis semanas por ano.
É um engano pensar que NY é grande demais para se
conhecer numa simples visita – a verdade é que mesmo os moradores
mais antigos se vêem continuamente descobrindo uma nova cidade aqui
mesmo! Mas, ainda que sua visita dure poucos dias, não acelere as
coisas. Pelo contrário: Desacelere! Demore- se no brunch de West
Village e caminhe pelas charmosas ruas de paralelepípedo; passe a tarde
bebericando Martinis no Carlyle, como se fosse um ritual habitual seu;
ande pela madrugada sob a luzes ofuscantes da Times Square – se você
age como se NY fosse sua, ela não hesita em forrar sua alma de
riquíssimas memórias.
Sob os brilhantes esqueletos de aço e vidro de Nova
York repousa o coração de uma cidade holandesa do século 17. Ela
nasceu no parque Battery e no New York Harbor, um dos maiores portos
naturais de águas profundas do mundo. A primeira casa de imposto
alfandegário – Alexander Hamilton Custom House – hoje National
Museum of the American Indian , construída por Cass Gilbert em 1907, é
um símbolo da importância do porto no crescimento de Manhattan. Antes
de 1913, a principal fonte de receita era o imposto alfandegário. O
edifício convexo, em mármore, é monumental com razão – as figuras
esculpidas dos quatro continentes são de Daniel Chester French,
escultor do Lincoln Memorial em Washington, DC.
A influência holandesa ainda pode ser vista no
centro comercial, em sua teia de ruas estreitas, reminiscência das
cidades européias medievais. Por causa da malha cartesiana dominante, a
cidade foi abandonada pelo Commissioners’ Plan em 1811, restando
poucos exemplos da herança arquitetônica holandesa. Um deles é o
Dyckman Farmhouse Museum (4881 Broadway, 204th Street, www.dyckmanfarmhouse.org)
em Inwood, no extremo norte de Manhattan. Seu telhado típico de quatro
águas (gambrel roof) e seus tijolos decorativos refletem o estilo
arquitetônico do final do século 18. A casa mais antiga ainda de pé
é a Pieter Claesen Wyckoff House Museum (5816 Clarendon Road, com Ralph
Avenue, Flatbush, Brooklyn,www.wyckoffassociation.org). Construída por
volta de 1652, é uma típica casa de fazenda holandesa, com muros de
pedra e calhas profundas. A casa Lefferts Homestead (Prospect Park,
Flatbush Avenue, Prospect Heights, Brooklyn), construída entre 1777 e
1783, combina o telhado de quatro águas com varandas apoiadas em
colunas um estilo popular no período pós-independência.
Em Manhattan, o único edifício que sobrou dos
tempos pré-revolucionários, anguloso e com colunas suntuosas, é o da
St Paul’s Chapel, terminado em 1766 (foi adicionado um pináculo em
1796). A capela tem história. George Washington foi paroquiano aqui e
foi recebido oficialmente como presidente logo após sua posse, em 1789.
Os ideais iluministas, que fundamentaram a nova nação, estão
presentes nesta capela democrática, cujo projeto vai contra
hierarquias. A Trinity Church , de 1846, uma das primeiras e mais
bonitas igrejas do Renascimento Gótico no país, foi projetada por
Richard Upjohn. É difícil imaginar que a danificada Trinity, com
pináculo de 85,65 metros de altura, tenha sido durante décadas a mais
alta estrutura de Manhattan.
Monumentos resistem e cunham a história de cada
época da arquitetura da cidade. Ótimo exemplo do Renascimento Grego da
primeira metade do século 19 é o Federal Hall National Memorial, de
1842. A imponente coluna de mármore marca o lugar em que George
Washington fez seu juramento. Em frente fica a estátua majestosa de
Washington esculpida por John Quincy Adams Ward. As mais famosas quadras
residenciais do Renascimento Grego, construídas nos anos 1830, são
conhecidas simplesmente como Row (Washington Square North1-13, entre
Fifth Avenue e Washington Square West); são modelo da metrópole mais
requintada de Henry James e Edith Wharton.
A Renascença Grega deu lugar a uma arquitetura de
inspiração renascentista nas Belas Artes, que refletia as ambições
imperialistas de uma nação jovem e rica durante os anos dourados do
século 19. Como o imperador Augustus, que se gabava de ter transformado
Roma, uma cidade de tijolos, em uma cidade de mármore, a firma de McKim,
Mead & White construiu monumentos cívicos nobres e palácios para
os ricos. Os prédios mais conhecidos do clássico Charles Follen McKim
incluem o campus principal da Columbia University , iniciado em 1890, e
a austera Morgan Library, de 1906.
Seu sócio, o boa-vida da alta sociedade Stanford
White (assassinado de forma chocante pelo marido de sua amante em 1906),
projetou espaços para festas, como o Metropolitan Club (1 E 60th Street,
com Fifth Avenue) e o luxuosíssimoVillard House, de 1882, atualmente o
hotel New York Palace . Outro tesouro das Belas Artes é a suntuosa New
York Public Library , em mármore branco, assinada por Carrère &
Hastings. Construída em 1911 num antigo campo de batalha da guerra de
independência, mais tarde o lugar abrigou um reservatório de água do
Renascimento Egípcio e hoje é o Bryant Park. O Grand Central Terminal
, forrado de travertino em 1913, continua sendo a elegante sala de
espera da cidade graças aos preservacionistas (entre eles Jacqueline
Kennedy Onassis; , Lendas Locais), que o salvaram dos tratores.
Nova York City não é bem um lugar do qual ninguém
nunca ouviu falar. Nunca acontece de você falar aos amigos ‘ Vou para
New York de férias’ e eles te perguntarem, ‘Onde fica?’. A
capital não-oficial dos EUA não é um mistério para os visitantes.
Seus famosos restaurantes, célebres museus e rica variedade de eventos
de teatro, ópera e esportes são de conhecimento geral.
A variedade de lugares para visitar em Nova York pode
atordoar um novato. E, já que dias inteiros podem ser gastos apreciando
o Metropolitan Museum of Art, o Soho ou o Bronx Zoo, você precisa ter
um plano. Comece listando lugares dos quais você não abre mão de ver
e consulte o guia para horários de funcionamento. Se suas fraquezas
são olhar vitrine, arte, jazz, comida ou arquitetura, as opções
listadas aqui certamente vão mantê-lo muito ocupado. Ícones de NY,
como o Empire State Building, a Brooklyn Bridge ou Ellis Island, quase
sempre satisfazem a todos, até mesmo os mais insensíveis. Reserve um
tempo para andar ‘sem destino’, pois algumas das melhores atrações
que a cidade oferece são surpresas escondidas, que estão apenas
esperando ser descobertas... por você.
Broadway & Times Square
A vida noturna, sob as luzes mais cintilantes e
famosas do mundo, é realmente ‘um luxo’.
Chelsea
O bairro mais gay de NY, com suas centenas de
galerias de arte, a oeste da 10th Avenue, entre a 19th e a 26th Street.
Chinatown
Sinta-se em outro hemisfério visitando os
restaurantes e as infiindáveis quitandas asiáticas daqui. A Canal
Street tem uma oferta arrasadora de itens de designers.
East Village
O Tompkins Square Park (perto da Avenue A) é o
coração deste bairro jovial. Não há destaque turístico a mencionar
(exceto o CBGB, o infame bar punk-rock que quase sumiu). Legal para
passear sem compromisso.
Fifth Avenue
Ricos ainda fazem as compras aqui (Tiffany’s,
Bergdorf Goodman), mas as lojas mais populares estão chegando. Marcos
históricos de sobra: o Empire State Building, o complexo Rockefeller
Center e a histórica St Patrick’s Cathedral.
Greenwich Village
Ruas arborizadas e o boêmio Washington Square Park,
onde a galera desacelera com muito prazer. Tem muitas ligações com a
literatura.
Harlem
Amplos bulevares, com incríveis exemplos de
arquitetur fim de século 19 e início de 20. E soul food (comida
afro-americana) de sobra!
Lower East Side
Veja como viviam imigrantes no Lower East Side
Tenement Museum. Hoje, jovens descolados abrem todo tipo de butique
& bar. Mas as delicatessens e lojas de picles continuam aqui.
Midtown East
Montes de prédios de escritórios e ruas
movimentadas. Mas o edifício da ONU e o Grand Central Terminal roubam a
cena.
Soho
Antes um pólo artístico, hoje é parada
obrigatória para o consumidor moderno. Muitos cafés e restaurantes
para descansar os pés.
Tribeca
O ator Robert De Niro colocou este T no mapa, com o
Tribeca Film Festival em 2002. Bares e restaurantes chiques entre
enormes galpões de ferro fundido (hoje lofts residenciais caros) valem
a visita.
Upper East Side
Super-rico e VIP, cheio de embaixadas e bilionários
e dúzias de museus, incluindo Metropolitan Museum of Art e Guggenheim,
elevam o Q.I. cultural.
Upper West Side
Adorável arquitetura do início do século 20
erefúgios verdes nos dois lados (Central Park a leste e Riverside Park
a oeste).
Wall Street
A área mais antiga de NY e epicentro do capitalismo.
Observe os corretores (entre um pregão e outro) e passeie por ruas
estreitas à sombra de arranha-céus. Também é onde ficam a New York
Stock Exchange e a Trinity Church, onde estão enterrados os
signatários
da Declaração de Independência.
West Village & Meatpacking District
Tranqüilas ruas de paralelepípedo dão a
oportunidade para se apreciarem pitorescas casas brownstone do século
19. Acelera após o pôr-do-sol, quando multidões lotam os sofisticados
restaurantes e bares ao longo da Nineth Avenue.
Além de Manhattan
A esticada ao Brooklyn vale a pena, em particular por
Williamsburg e dúzias de cafés, bares e lojas in. E há o passeio em
Brooklyn Heights , a visão do baixo Manhattan, a Brooklyn Bridge e o
genial Astroland Amusement Park de Coney Island.
Staten Island
Descoberta por Giovanni da Verrazano em 1524, a ilha
não foi batizada até 1609, quando Henry Hudson apelidou-a de Staaten
Eylandt (em holandês, Ilha do Estado). Os assentamentos iniciais foram
expulsos reiteradamente pela resistência nativa, mas os holandeses
acabaram tomando posse em 1661. Tornou-se então um pacífico pedaço de
terra, com um centro de manufatura e navegação no norte e fazendas e
pequenas vilas no sul. Embora tenha sido incorporada como um dos cinco
distritos de Nova York em 1898, a área rural predominante não tinha
ligação com o resto da cidade até 1964, quando a ponte
Verrazano-Narrows uniu a ilha ao bairro de Bay Ridge, no Brooklyn.
A ligação mais conhecida com a cidade, no entanto,
é a Staten Island Ferry, que passa pela Estátua da Liberdade antes de
chegar ao St George Terminal. Com tantas atrações perto do cais, a
vista de Manhattan e o porto ao redor não são mais as melhores coisas
da viagem. Na Esplanade, perto do terminal, está o memorial Postcards,
do arquiteto japonês Masayuki Sono. Entregue em setembro de 2004, a
escultura de US$2,7 milhões homenageia os 253 cidadãos de Staten
Island mortos no 11 de Setembro. Além disso, a Esplanade ganhou o
National Lighthouse Center & Museum (1-718 556 1681/ www.lighthousemuseum.org).
O complexo inclui um farol restaurado, um navio-sinaleiro, píers e
exposições pertinho do terminal.
Um pouco adiante do Richmond Terrace fica o Richmond
County Savings Bank Ballpark, sede da liga menor do Staten Island
Yankees (www.siyanks.com) e grande lugar para assistir a jogos e ter uma
bela vista do porto. Atravesse a rua e procure pela distinta torre do
relógio de Borough Hall (10 Richmond Terrace) e dê uma entrada para
ver os murais da Works Progress Administration contando a história
local.
Indo para norte e oeste pelo Richmond Terrace até a
Westervelt Avenue, e depois subindo quatro quarteirões para a St Marks
Place, você chega ao St George-New Brighton Historic District, um marco
histórico de Staten Island cheio de edifícios estilo Queen Anne e
colonial datados do início dos anos 1830. Continuando rumo ao sul, para
a Bay Street perto do Victory Boulevard, fãs de moda antiga vão amar
os brechós das redondezas. É muito fácil chegar à costa, que oferece
vistas impressionantes, mas você também pode explorar outros lugares
no interior da ilha. Uma das opções é passar o dia no Snug Harbor
Cultural Center, de 33 hectares, após curta viagem de ônibus a partir
do Richmond Terrace. Nobres estruturas de influência grega formam o
núcleo do antigo hospita e retiro de marinheiros, de 1833. O centro foi
transformado em centro cultural nos anos 1970 e inclui a galeria Art Lab,
a Noble Maritime Collection, sobre a história do New York Harbor, e o
Staten Island Botanical Garden.
Entrando no parque, o Staten Island Zoo fica
adjacente ao Clove Lakes Park e possui uma das maiores coleções de
répteis da costa leste norte-americana. A floresta tropical
sul-americana também o torna um atraente passeio familiar. Alguns
ônibus e a única linha de trem local, a Staten Island Railroad, partem
de St George para destinos na região leste da ilha. Ao longo do Hylan
Boulevard, uma das principais artérias de Staten Island, levam-se 15
minutos de ônibus a leste do cais até a casa da fotógrafa Alice
Austen. A casa do século 18 tem vistas para o New York Harbor de tirar
o fôlego, além de 3 mil foto-negativos de vidro de Austen. Na ponta
leste da Bay Street, o histórico Fort Wadsworth é um dos mais antigos
locais militares da nação. Pode-se explorar armas da época da Guerra
Civil e desfrutar das paisagens da Verrazano Bridge e do Downtown de
Manhattan, de um dos pontos mais altos de NY. Mais ao leste, moradores
locais e turistas andam pelo calçadão de pouco mais de 3 quilômetros
– a quadra mais longa do mundo – de South Beach.
É também uma area excelente para piqueniques. No
centro da ilha, na Lighthouse Avenue, muitos vão procurar refúgio no
Jacques Marchais Museum of Tibetan Art , reprodução de um pequeno
templo do Himalaia com jardim zen de meditação e que exibe uma
compacta coleção de artefatos budistas e tibetanos, obras de arte e
peças religiosas. Perto daqui, guias uniformizados conduzem os passeios
pelos 27 edifícios restaurados do Historic Richmond Town , que foi sede
do governo municipal da ilha. Admire a Voorlezer’s House, que abrigou
a mais antiga escola do país (1695); também tem um armazém geral, um
ferreiro, uma tecelagem e uma fazenda modelo. A poucos metros daqui, o
High Rock Park é o ponto de acesso central para quase 50 quilômetros
de trilhas para caminhada. Durante o verão, o ônibus S78 faz um
passeio de 40 minutos até a costa sudeste da ilha, onde se pode nadar,
fazer piquenique e pescar no Wolfe’s Pond Park (Cornelia Avenue, com
Hylan Boulevard/1-718 984 8266).
Mais para o sul, visite a histórica Conference House,
local de tentativa frustrada da paz entre as forças americanas e
britânicas em 1776, que hoje é um museu sobre a época colonial.
Caminhe um pouco e admire os veleiros passando pela Tottenville Beach,
ponta extrema da ilha. Rica em história, atrações culturais e parques
Staten Island se transformou numa bem-vinda fuga dos arranha-céus
urbanos, do congestionamento e do tumulto de Nova York. Adicione-se a
tudo isto o baixo custo de vida: não é à toa que este distrito está
se expandindo e transbordando, com a auto-estima justificadamente
renovada.
Alfândega
A alfândega dos EUA permite estrangeiros ingressarem
com presentes no valor de US$100 (limite de US$800 para americanos
voltando) sem imposto.
São permitidos um pacote de 200 cigarros (ou 50
charutos) e um litro de bebida alcoólica (destilada). Plantas, carnes e
produtos frescos não podem entrar no país – nem mesmo em um
sanduíche.
Você terá que preencher um formulário se trouxer
mais de US$10 mil em dinheiro. Você receberá um formulário branco em
seu vôo de volta para declarar que não excedeu nenhum destes limites.
Se for essencial trazer remédios prescritos aos EUA,
assegure-se de que a caixa está legível e traga uma declaração do
médico ou a receita. Maconha, cocaína e a maioria dos derivados de
ópio, além de uma lista de remédios e produtos químicos, são
proibidos: a posse é punível com multa e/ou prisão. Cheque no US
Customs Service (www.customs.gov) antes de chegar caso tenha dúvidas
sobre o que pode trazer. Nova York é um dos maiores centros de consumo
do mundo, mas lembre que a alfândega brasileira permite a entrada de
presentes e bens de uso pessoal somando até US$500, além de produtos
comprados nas freeshops, cobrando 50% sobre o valor excedente.
Aeroportos
Três principais aeroportos atendem à região de
Nova York. O aeroporto MacArthur, em Long Island, é menor e só tem
vôos domésticos.
John F Kennedy International Airport
1-718 244 4444/www.panynj.gov. Sair do JFK de ônibus
e metrô custa apenas US$2, mas pode levar até duas horas até
Manhattan.
No aeroporto, tome o ônibus fretado amarelo para a
estação Howard Beach (grátis), depois o metrô A para Manhattan.
Felizmente, o AirTrain do JFK agora faz a viagem mais rapidamente entre
os oito terminais aéreos e as linhas A, E, J e Z do metrô e a Long
Island Rail Road, por US$5. Acesse www.airtrainjfk.com para
informações. Ônibus particulares e vans têm uma boa relação entre
preço e conveniência. Um táxi amarelo do JFK para Manhattan sai por
US$45, mais pedágio (varia por rota, mas costuma ser US$4) e gorjeta
(se o serviço for bom, dê no mínimo US$5). Embora seja com taxímetro
(não pré-fixado), o valor de Manhattan para o JFK sai mais ou menos o
mesmo. Acesse www.nyc.gov/taxi para tarifas atualizadas.
La Guardia Airport
1-718 533 300/www.panynj.gov. Nova-iorquinos
calejados usam o ônibus M60 (US$2), que faz a rota entre o aeroporto e
a 106th Street, com a Broadway.
A viagem leva de 40min a 1h (depende do trânsito),
atravessando Manhattan pela 125th] Street, Harlem, com saídas diárias
das 4h30 às 1h30. Desça na Lexington Avenue para os trens 4, 5 e 6; no
Malcolm X Boulevard (Lenox Avenue) para o 2 e o 3; ou na St Nicholas
Avenue para os trens A, B, C e D. Você pode desembarcar na Broadway com
a 116th ou a 110th Streets para os trens 1 e 9. Opções mais rápidas:
ônibus fretado custa cerca de US$14; táxis e motoristas cobram cerca
de US$25, mais pedágio e gorjeta. MacArthur Airport 1-631 467 3210/
www.macarthurairport.com. Alguns vôos neste aeroporto em Islip, Long
Island, podem sair mais baratos que nos outros aeroportos. Claro, chegar
a Manhattan, a 80km, leva mais tempo e é mais caro, a não ser que se
tome o LIRR. A passagem em geral é US$13, e um fretado do aeroporto
para a estação do trem é US$5. O Colonial Transportation (1-631-589
3500) disponibiliza carros que levam até quarto pessoas para Manhattan
por US$ 143, pedágio e gorjeta inclusos.
Newark Liberty International Airport
1-973 961 6000/ www.newarkairport.com. Apesar de ser
vizinho a Nova Jersey, o Newark tem fácil acesso para NY. A melhor
opção é a rota de 40min a US$11,50 do New Jersey Transit para a Penn
Station.
O trem do aeroporto, AirTrain Newark (www.airtrainnewark.com),
agora é ligado aos sistemas ferroviários NJ Transit e Amtrak. Para
ônibus baratos, veja os serviços listados abaixo. O carro com
motorista sai por cerca de US$40 e o táxi, por US$45, mais pedágio e
gorjeta.